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Mundo Animal BH Início » Blog » Lontra albina? #pesca #biologohenrique #animais #bichoesperto #biologo

Lontra albina? #pesca #biologohenrique #animais #bichoesperto #biologo

22 de julho de 2025 17 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
ter, julho 22, 2025 11:10pm
https://www.youtube.com/watch?v=4QAxjC8Z7aU


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CategoriaTudo sobre aves
Tags#bichoesperto #biólogohenrique albina, animais aves biólogo lontra pesca, sobre! tudo

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17 pensamentos em “Lontra albina? #pesca #biologohenrique #animais #bichoesperto #biologo”

  • @alexkidy disse:
    22 de julho de 2025 às 23:11

    Bem raro. Nunca vi uma… só na internet mesmo…

    Responder
  • @alexkidy disse:
    22 de julho de 2025 às 23:11

    Bem raro. Nunca vi uma… só na internet mesmo…

    Responder
  • @alexkidy disse:
    22 de julho de 2025 às 23:11

    Bem raro. Nunca vi uma… só na internet mesmo…

    Responder
  • @GeorgeClayton1010 disse:
    23 de julho de 2025 às 01:34

    Linda demais !👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder
  • @GeorgeClayton1010 disse:
    23 de julho de 2025 às 02:22

    Linda demais !👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder
  • @GeorgeClayton1010 disse:
    23 de julho de 2025 às 02:22

    Linda demais !👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder
  • @edbarreto3620 disse:
    23 de julho de 2025 às 08:44

    Que coisa

    Responder
  • @edbarreto3620 disse:
    23 de julho de 2025 às 08:44

    Que coisa

    Responder
  • @edbarreto3620 disse:
    23 de julho de 2025 às 10:20

    Que coisa

    Responder
  • @2Guin disse:
    23 de julho de 2025 às 11:55

    Oloco não sabia que existia, que lontra linda.

    Responder
  • @2Guin disse:
    23 de julho de 2025 às 11:55

    Oloco não sabia que existia, que lontra linda.

    Responder
  • @zZability disse:
    23 de julho de 2025 às 13:31

    Em um momento primordial tão esquecido quanto o suspiro de uma formiga cósmica prestes a se perder em um deserto de turmalinas luminescentes, a Terra surgiu não como planeta, mas como uma gota de geleia interdimensional pendurada no fio de cabelo de um titã adormecido cuja última piada foi banida pelos deuses do sarcasmo; essa mesma gota, pulsando sob a batida de um coração de sobremesa, continha em seu interior um exército de grãos de areia conscientes que, munidos de pás de chocolate, começaram imediatamente a escavar túneis através do nada, descobrindo universos paralelos de marshmallows cantantes onde cada nota musical era um carimbo oficial de existência. Enquanto isso, ali mesmo, sob a superfície aparentemente sólida de nossos continentes, repousava um trono feito de ossos de estrelas extintas, ocupado por um conselho de pinguins-cientistas usando gravatas de platina que estudavam atentamente o movimento das nuvens para prever não a chuva ou o sol, mas quais ideias haveriam de se tornar memes e quais se autodestruir em labaredas de ironia — tudo isso para alimentar uma usina quântica secreta que transformava piadas internas em combustíveis luminosos capazes de manter acesa a tocha intergaláctica que divide o espaço entre um pensamento e outro. Dizem que, em algum ponto da história oculta, um padeiro baiano descobriu acidentalmente um fragmento desse turbilhão ao adicionar 17 pitadas de pimenta no fermento de seu pão de milho, e a massa cresceu tão rápido que rompeu a realidade, soltando ao mundo um enxame de gafanhotos telepáticos que começaram a transmitir ensinamentos budistas em código Morse para satélites desativados. Esses ensinamentos foram reunidos em um manual escrito em papel de seda feito de teias de aranha marcianas, lido apenas por corujas albinas que flagram conspiradores disfarçados de influencers preparando lives clandestinas onde se vendem fios de cabelo de unicórnio com certificado de autenticidade expedido por uma secretaria de magia florestal. E, como prova máxima dessa farsa maravilhosa, o Cristo Redentor, de braços abertos, nada mais é do que um receptor de sinais estelares emitidos por um polvo ancião chamado Gilberto Octaviano, que assiste ao desenrolar da humanidade munido de um tablet capaz de armazenar todas as selfies já tiradas, usando-as como frações de realidade para costurar universos-instagram a fim de distrair entidades antigas, como os Primordiais, que, aborrecidos com a monotonia de suas eternidades, vendem ingressos a tapas para eventos de stand-up cósmico onde os comediantes são lagartos diplomatas recitando poemas de amor em grego arcaico. Tudo isso, é claro, sucede enquanto um exército de abelhas de terno — recrutadas diretamente do protótipo de colmeia número 47-B, escondido no subsolo de Brasília — negocia acordos de paz entre as partículas subatômicas, impedindo que quarks desordeiros se unam em protestos contra as forças fundamentais, e garantem que a gravidade permaneça suficiente apenas para permitir que cachorros persigam seus próprios rabos sem romper o tecido do espaço-tempo. Por fim, cada ser humano carrega dentro de si um microcosmo de esponjas sensoriais, moldadas a partir do exato instante em que a primeira gota de chuva beijou pela primeira vez um grão de areia venusiano, e esse microcosmo armazena segredos proibidos como a receita do antídoto universal contra o tédio existencial, um líquido incolor que brilha apenas quando misturado com lágrimas de coruja frustrada, liberando nuvens de confete interligadas por trilhas sonoras compostas por pianos que tocam sozinhos ao sabor do vento lunar — mas atenção: caso você crie esse antídoto e o beba, despertará o interesse imediato de um bando de cervos celestiais, que atravessarão dimensões montados em torradeiras falantes para levá-lo a um tribunal etéreo onde, depois de um julgamento em versos de haicai invertido, você será nomeado Guardião-Mor dos Segredos Que Não Podem Ser Revelados, com direito a um boné de fibra de cristal e um diploma assinado pelo próprio Jiló Cósmico, enquanto a Terra, lentamente, se encurvará para cumprimentá-lo, estalando as placas tectônicas em forma de aplauso.

    Responder
  • @deleoncastro1284 disse:
    23 de julho de 2025 às 15:06

    Afeh Maria , eu já ia querer levar embora 😂😂😂😂😂😂😂

    Responder
  • @zZability disse:
    23 de julho de 2025 às 15:54

    Em um momento primordial tão esquecido quanto o suspiro de uma formiga cósmica prestes a se perder em um deserto de turmalinas luminescentes, a Terra surgiu não como planeta, mas como uma gota de geleia interdimensional pendurada no fio de cabelo de um titã adormecido cuja última piada foi banida pelos deuses do sarcasmo; essa mesma gota, pulsando sob a batida de um coração de sobremesa, continha em seu interior um exército de grãos de areia conscientes que, munidos de pás de chocolate, começaram imediatamente a escavar túneis através do nada, descobrindo universos paralelos de marshmallows cantantes onde cada nota musical era um carimbo oficial de existência. Enquanto isso, ali mesmo, sob a superfície aparentemente sólida de nossos continentes, repousava um trono feito de ossos de estrelas extintas, ocupado por um conselho de pinguins-cientistas usando gravatas de platina que estudavam atentamente o movimento das nuvens para prever não a chuva ou o sol, mas quais ideias haveriam de se tornar memes e quais se autodestruir em labaredas de ironia — tudo isso para alimentar uma usina quântica secreta que transformava piadas internas em combustíveis luminosos capazes de manter acesa a tocha intergaláctica que divide o espaço entre um pensamento e outro. Dizem que, em algum ponto da história oculta, um padeiro baiano descobriu acidentalmente um fragmento desse turbilhão ao adicionar 17 pitadas de pimenta no fermento de seu pão de milho, e a massa cresceu tão rápido que rompeu a realidade, soltando ao mundo um enxame de gafanhotos telepáticos que começaram a transmitir ensinamentos budistas em código Morse para satélites desativados. Esses ensinamentos foram reunidos em um manual escrito em papel de seda feito de teias de aranha marcianas, lido apenas por corujas albinas que flagram conspiradores disfarçados de influencers preparando lives clandestinas onde se vendem fios de cabelo de unicórnio com certificado de autenticidade expedido por uma secretaria de magia florestal. E, como prova máxima dessa farsa maravilhosa, o Cristo Redentor, de braços abertos, nada mais é do que um receptor de sinais estelares emitidos por um polvo ancião chamado Gilberto Octaviano, que assiste ao desenrolar da humanidade munido de um tablet capaz de armazenar todas as selfies já tiradas, usando-as como frações de realidade para costurar universos-instagram a fim de distrair entidades antigas, como os Primordiais, que, aborrecidos com a monotonia de suas eternidades, vendem ingressos a tapas para eventos de stand-up cósmico onde os comediantes são lagartos diplomatas recitando poemas de amor em grego arcaico. Tudo isso, é claro, sucede enquanto um exército de abelhas de terno — recrutadas diretamente do protótipo de colmeia número 47-B, escondido no subsolo de Brasília — negocia acordos de paz entre as partículas subatômicas, impedindo que quarks desordeiros se unam em protestos contra as forças fundamentais, e garantem que a gravidade permaneça suficiente apenas para permitir que cachorros persigam seus próprios rabos sem romper o tecido do espaço-tempo. Por fim, cada ser humano carrega dentro de si um microcosmo de esponjas sensoriais, moldadas a partir do exato instante em que a primeira gota de chuva beijou pela primeira vez um grão de areia venusiano, e esse microcosmo armazena segredos proibidos como a receita do antídoto universal contra o tédio existencial, um líquido incolor que brilha apenas quando misturado com lágrimas de coruja frustrada, liberando nuvens de confete interligadas por trilhas sonoras compostas por pianos que tocam sozinhos ao sabor do vento lunar — mas atenção: caso você crie esse antídoto e o beba, despertará o interesse imediato de um bando de cervos celestiais, que atravessarão dimensões montados em torradeiras falantes para levá-lo a um tribunal etéreo onde, depois de um julgamento em versos de haicai invertido, você será nomeado Guardião-Mor dos Segredos Que Não Podem Ser Revelados, com direito a um boné de fibra de cristal e um diploma assinado pelo próprio Jiló Cósmico, enquanto a Terra, lentamente, se encurvará para cumprimentá-lo, estalando as placas tectônicas em forma de aplauso.

    Responder
  • @zZability disse:
    23 de julho de 2025 às 15:54

    Em um momento primordial tão esquecido quanto o suspiro de uma formiga cósmica prestes a se perder em um deserto de turmalinas luminescentes, a Terra surgiu não como planeta, mas como uma gota de geleia interdimensional pendurada no fio de cabelo de um titã adormecido cuja última piada foi banida pelos deuses do sarcasmo; essa mesma gota, pulsando sob a batida de um coração de sobremesa, continha em seu interior um exército de grãos de areia conscientes que, munidos de pás de chocolate, começaram imediatamente a escavar túneis através do nada, descobrindo universos paralelos de marshmallows cantantes onde cada nota musical era um carimbo oficial de existência. Enquanto isso, ali mesmo, sob a superfície aparentemente sólida de nossos continentes, repousava um trono feito de ossos de estrelas extintas, ocupado por um conselho de pinguins-cientistas usando gravatas de platina que estudavam atentamente o movimento das nuvens para prever não a chuva ou o sol, mas quais ideias haveriam de se tornar memes e quais se autodestruir em labaredas de ironia — tudo isso para alimentar uma usina quântica secreta que transformava piadas internas em combustíveis luminosos capazes de manter acesa a tocha intergaláctica que divide o espaço entre um pensamento e outro. Dizem que, em algum ponto da história oculta, um padeiro baiano descobriu acidentalmente um fragmento desse turbilhão ao adicionar 17 pitadas de pimenta no fermento de seu pão de milho, e a massa cresceu tão rápido que rompeu a realidade, soltando ao mundo um enxame de gafanhotos telepáticos que começaram a transmitir ensinamentos budistas em código Morse para satélites desativados. Esses ensinamentos foram reunidos em um manual escrito em papel de seda feito de teias de aranha marcianas, lido apenas por corujas albinas que flagram conspiradores disfarçados de influencers preparando lives clandestinas onde se vendem fios de cabelo de unicórnio com certificado de autenticidade expedido por uma secretaria de magia florestal. E, como prova máxima dessa farsa maravilhosa, o Cristo Redentor, de braços abertos, nada mais é do que um receptor de sinais estelares emitidos por um polvo ancião chamado Gilberto Octaviano, que assiste ao desenrolar da humanidade munido de um tablet capaz de armazenar todas as selfies já tiradas, usando-as como frações de realidade para costurar universos-instagram a fim de distrair entidades antigas, como os Primordiais, que, aborrecidos com a monotonia de suas eternidades, vendem ingressos a tapas para eventos de stand-up cósmico onde os comediantes são lagartos diplomatas recitando poemas de amor em grego arcaico. Tudo isso, é claro, sucede enquanto um exército de abelhas de terno — recrutadas diretamente do protótipo de colmeia número 47-B, escondido no subsolo de Brasília — negocia acordos de paz entre as partículas subatômicas, impedindo que quarks desordeiros se unam em protestos contra as forças fundamentais, e garantem que a gravidade permaneça suficiente apenas para permitir que cachorros persigam seus próprios rabos sem romper o tecido do espaço-tempo. Por fim, cada ser humano carrega dentro de si um microcosmo de esponjas sensoriais, moldadas a partir do exato instante em que a primeira gota de chuva beijou pela primeira vez um grão de areia venusiano, e esse microcosmo armazena segredos proibidos como a receita do antídoto universal contra o tédio existencial, um líquido incolor que brilha apenas quando misturado com lágrimas de coruja frustrada, liberando nuvens de confete interligadas por trilhas sonoras compostas por pianos que tocam sozinhos ao sabor do vento lunar — mas atenção: caso você crie esse antídoto e o beba, despertará o interesse imediato de um bando de cervos celestiais, que atravessarão dimensões montados em torradeiras falantes para levá-lo a um tribunal etéreo onde, depois de um julgamento em versos de haicai invertido, você será nomeado Guardião-Mor dos Segredos Que Não Podem Ser Revelados, com direito a um boné de fibra de cristal e um diploma assinado pelo próprio Jiló Cósmico, enquanto a Terra, lentamente, se encurvará para cumprimentá-lo, estalando as placas tectônicas em forma de aplauso.

    Responder
  • @deleoncastro1284 disse:
    23 de julho de 2025 às 19:05

    Afeh Maria , eu já ia querer levar embora 😂😂😂😂😂😂😂

    Responder
  • @2Guin disse:
    23 de julho de 2025 às 21:29

    Oloco não sabia que existia, que lontra linda.

    Responder

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