Grupo Whatsapp sobre Aves exóticas

contato@mundoanimalbh.com.br

Mundo Animal BH

Mundo Animal BH

0
R$0,00
Menu
0
R$0,00
  • Home
  • Canil Dias Finelli
    • Filhotes de Golden Retriever Disponíveis
    • Cão Bernesse
    • Golden Retriever
    • Fila Brasileiro
    • Lulu da Pomerânia
    • Filhotes a Venda
  • Cães e Gatos
  • Aves
    • Tudo sobre avesO Mundo Animal BH é parceiro da Premium Ecológica! Maior produtora de chocadeiras de alta performance no Brasil! Clique e confira a Linha Premium Ecológica!
    • Criação de GalinhasTudo sobre criação de galinhas
    • Canários , Coleiros e Trinca Ferro
    • Cantos para ensinar Calopsitas
    • Canto das Aves
    • Periquitos
    • Nossas Aves Exóticas
      • Ring Necks
      • Calopsitas
      • Galinhas Exóticas
      • Outras Espécies
  • Viver no campo
    • Dicas Casas de Campo
    • Hortas sustentáveis
    • Dicas de Jardinagem
  • Aquarismo e Criação de Peixes
    • Aquarismo marinho e doce
    • Criação de Peixes
  • Contato
  • Whatsapp

Mundo Animal BH Início » Blog » A Cobra Coral se defende | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

A Cobra Coral se defende | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 7 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:50am
https://www.youtube.com/watch?v=6h_hZnte9o4


Cobra-coral é uma denominação comum a várias serpentes da família Elapidae, da tribo Calliophini,[1] que podem ser subdivididas em dois grupos: corais do Velho Mundo e corais do Novo Mundo. Existem 16 espécies de corais do Velho Mundo, pertencentes aos gêneros Calliophis, Hemibungarus e Sinomicrurus, e mais de 65 espécies de corais do Novo Mundo, incluídas nos gêneros Leptomicrurus, Micruroides, e Micrurus. Estudos genéticos indicam que as linhagens mais basais de corais se encontram na Ásia, indicando que elas se originaram no Velho Mundo.[2][3] No Brasil, podem ser conhecidas pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboboca, ibiboca e ibioca.

As cobras-corais não dão “bote” e apresentam hábitos fossoriais, vivendo em sua maior parte escondidas embaixo de troncos e folhagem. A dentição é do tipo proteróglifa, característica que certamente as diferem das falsas-corais, que apresentam dentição opistóglifa ou áglifa. Existe um antigo ditado para distinguir corais-verdadeiras de corais-falsas: Vermelho com amarelo perto, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado. O ditado está incorreto, dado que não existe um padrão de coloração exclusivo das corais-verdadeiras e muitas falsas-corais conseguem mimetizar perfeitamente um coral. A única forma de diferenciar os dois tipos de cobras é pela dentição.

Apresentam uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida. A coral necessita ficar “grudada” para inocular a peçonha pelas pequenas presas. A cobra-coral é tão peçonhenta quanto uma naja. A sua peçonha é neurotóxica, ou seja, atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, podendo levar uma pessoa adulta ao óbito em poucas horas. O tratamento é feito com o soro antielapídico.

As corais são noturnas e vivem sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levantam a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração. As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento, a fêmea põe de 3 a 18 ovos, que em condições propícias abrem após 90 dias aproximadamente. Dada a capacidade de armazenar o esperma do macho, a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.

Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, por isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva. Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.

Índice
1 Espécies de corais do Velho Mundo
1.1 Gênero Calliophis
1.2 Gênero Hemibungarus
1.3 Gênero Sinomicrurus
2 Espécies de corais do Novo Mundo
2.1 Gênero Leptomicrurus
2.2 Gênero Micruroides
2.3 Gênero Micrurus
3 Mimetismo
4 Ver também
5 Bibliografia recomendada
6 Referências
7 Ligações externas
Espécies de corais do Velho Mundo

Calliophis bibroni

Calliophis nigrescens

Hemibungarus calligaster
Gênero Calliophis
Espécies:

Calliophis beddomei M.A. Smith, 1943
Calliophis bibroni (Jan, 1858)
Calliophis bivirgatus (F. Boie, 1827)
Calliophis castoe E.N. Smith, Ogale, Deepak & Giri, 2012
Calliophis gracilis Gray, 1835 –
Calliophis haematoetron E.N. Smith, Manamendra-Arachchi & Somweera, 2008
Calliophis intestinalis (Laurenti, 1768)
Calliophis maculiceps (Günther, 1858) Malásia, Vietnã, Camboja, Laos
Calliophis melanurus (Shaw, 1802) – Índia, Bangladesh, Sri Lanka
Calliophis nigrescens (Günther, 1862) – Índia
Gênero Hemibungarus
Espécies:

Hemibungarus calligaster (Wiegmann, 1835) – Filipinas
Gênero Sinomicrurus
Espécies:

Sinomicrurus hatori (Takahashi, 1930) Taiwan
Sinomicrurus japonicus (Günther, 1868) – Ryūkyū
Sinomicrurus kelloggi (Pope, 1928) – Kellogg’s coral snake Vietnã, Laos, China
Sinomicrurus macclellandi (J.T. Reinhardt, 1844) – Índia, Nepal, Myanmar, Tailândia, Vietnã, China, Ryūkyū, Taiwan
Sinomicrurus sauteri (Steindachner, 1913) Taiwan

#Cobra #Serpente #BiólogoHenrique

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, biólogo defende henrique

Navegação de Post

Post anteriorAnterior Sucuri batalha com Jacaré em córrego poluído no AM | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras
Próximo postPróximo O bote da Corallus hortulana | Shorts | Biólogo Henrique

7 pensamentos em “A Cobra Coral se defende | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @diaconofelipe2092 disse:
    17 de abril de 2024 às 00:51

    A cobra coral verdadeira dar bote?

    Responder
  • @marleyamorim disse:
    17 de abril de 2024 às 04:02

    Hoje eu encontrei uma cobra coral ela estava dentro do meu pisei quase

    Responder
  • @arthur2211 disse:
    17 de abril de 2024 às 10:25

    Acho que a coral tem esse macanismo de defesa pra enfrentar outras cobras, ja que as cobras gostam de pegar as outras pela cabeça… alem que se ela for engolida de tras pra frente sera que ela poderia ainda picar a outra cobra por dentro e matar a cobra e sair andando pela boca da mesma ? ja pensou

    Responder
  • @karinicintra9989 disse:
    17 de abril de 2024 às 17:35

    Pode colocar mas vídeos das corais sou apaixonada por elas 😍🐍

    Responder
  • @karinicintra9989 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:58

    Cobra linda mas vamos respeitar todas deixem ela viver💕💞🐍😍❤

    Responder
  • @manoelmessias8832 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:58

    Boa méstres.

    Responder
  • @brunoperiniperini3839 disse:
    18 de abril de 2024 às 04:44

    Eu já pensei que a lacraia come coral.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categorias

  • Aquarismo marinho e doce
  • Cantos para ensinar Calopsitas
  • Receitas
  • Sem categoria
  • Tudo sobre aves
    • Canto das Aves
    • Criação de Galinhas
    • Dicas sobre Canários e Coleiros
    • Periquitos
  • Tudo sobre Cães e Gatos
    • Dicas de Adestramento
  • Viver no campo
    • Dicas Casas de Campo
    • Dicas de Jardinagem
    • Dicas de Plantio
    • Hortas sustentáveis
    • Psicultura e Criação de tilápias
    • Vida na Roça

 

Entre em nosso grupo Whatsapp sobre aves exóticas

Orgulhosamente mantido com WordPress | Tema: Envo eCommerce