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Mundo Animal BH Início » Blog » Cobra Coral tenta devorar Humano | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

Cobra Coral tenta devorar Humano | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 8 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:54am
https://www.youtube.com/watch?v=fEM5hrTMQWE


Pulcher xenodon

Taxa mais alta Colubridae (Dipsadinae), Colubroidea, Caenophidia, Alethinophidia, Serpentes, Squamata (cobras)
Subespécies
Nomes comuns G: Falsche Korallenschlange, Dreifarben-Hakennasennatter
Sinônimo Heterodon pulcher JAN 1863: 222
Lystrophis semicinctus BOULENGER 1894 (parte.)
Lystrophis pulcher – SCROCCHI & CRUZ 1993
Lystrophis pulcher – LEYNAUD & BUCHER 1999: 25
Lystrophis pulcher – SCROCCHI et al. 2006: 107
Pulcher Xenodon – ZAHER et al. 2009
Lystrophis pulcher – WALLACH et al. 2014: 407
Pulcher Xenodon – NOGUEIRA et al. 2019
Distribuição SO Brasil (Mato Grosso do Sul), E Bolívia, S Paraguai,
Argentina (Jujuy, Salta, Catamarca, Tucumán, Santiago del Estero, Formosa, Chaco, Córdoba, San Luis, Entre Rios, Corrientes)

Tipo de localidade: Bolívia.
Reprodução ovíparo
Tipos Holotype: perdido, antigo MSNM (Milano), destruído em 1943 durante a Segunda Guerra Mundial.
Diagnóstico
Comente Imita a espécie simpátrica Micrurus pyrrhocryptus tricolor (no Paraguai).

Variação: Trutnau (2005) descreveu espécimes melanísticos que possuem apenas faixas brancas fracas. Veja também as fotos em Winchell (2010).

Espécies semelhantes: X. matogrossensis (ver fotos em Cabral et al. 2015).
Etimologia Nomeado após o latim “pulcher” = bonito, bonito, fino, justo.

SOBRE AS CORAIS VERDADEIRAS:

Cobra-coral é uma denominação comum a várias serpentes da família Elapidae, da tribo Calliophini,que podem ser subdivididas em dois grupos: corais do Velho Mundo e corais do Novo Mundo. Existem 16 espécies de corais do Velho Mundo, pertencentes aos gêneros Calliophis, Hemibungarus e Sinomicrurus, e mais de 65 espécies de corais do Novo Mundo, incluídas nos gêneros Leptomicrurus, Micruroides, e Micrurus. Estudos genéticos indicam que as linhagens mais basais de corais se encontram na Ásia, indicando que elas se originaram no Velho Mundo.[2][3] No Brasil, podem ser conhecidas pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboboca, ibiboca e ibioca.

As cobras-corais não dão “bote” e apresentam hábitos fossoriais, vivendo em sua maior parte escondidas embaixo de troncos e folhagem. A dentição é do tipo proteróglifa, característica que certamente as diferem das falsas-corais, que apresentam dentição opistóglifa ou áglifa. Existe um antigo ditado para distinguir corais-verdadeiras de corais-falsas: Vermelho com amarelo perto, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado. O ditado está incorreto, dado que não existe um padrão de coloração exclusivo das corais-verdadeiras e muitas falsas-corais conseguem mimetizar perfeitamente um coral. A única forma de diferenciar os dois tipos de cobras é pela dentição.

Apresentam uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida. A coral necessita ficar “grudada” para inocular a peçonha pelas pequenas presas. A cobra-coral é tão peçonhenta quanto uma naja. A sua peçonha é neurotóxica, ou seja, atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, podendo levar uma pessoa adulta ao óbito em poucas horas. O tratamento é feito com o soro antielapídico.

As corais são noturnas e vivem sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levantam a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração. As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento, a fêmea põe de 3 a 18 ovos, que em condições propícias abrem após 90 dias aproximadamente. Dada a capacidade de armazenar o esperma do macho, a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.

Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, por isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva. Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.

#Biólogo #Biologia #BiólogoHenrique

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, biólogo devorar henrique humano!

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8 pensamentos em “Cobra Coral tenta devorar Humano | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @yvonetevieiraneti3475 disse:
    17 de abril de 2024 às 00:55

    Isso é tudo lorota

    Responder
  • @jaissonfigueiredo1730 disse:
    17 de abril de 2024 às 07:18

    O bicho e lindo

    Responder
  • @Mariana-ei7yo disse:
    17 de abril de 2024 às 12:04

    Que bonitinha kkkkkkkkkkk

    Responder
  • @fagnerdeandrade1421 disse:
    17 de abril de 2024 às 16:51

    A coral devoradora de humanos, ataca novamente 🙆😔🤦🤷🤣🤣🤣🤣🤣

    Responder
  • @fagnerdeandrade1421 disse:
    17 de abril de 2024 às 17:39

    Versão real_a coral disse: vc não tá mim alimentando, então vou te devorar.😉😂

    Responder
  • @NCGPG disse:
    17 de abril de 2024 às 20:02

    Valente!! Tudo por um snack 🙂

    Responder
  • @paulomarsilva8406 disse:
    18 de abril de 2024 às 04:48

    Mais essa Cobra Coral é venenosa?

    Responder
  • @adrianavelasco1730 disse:
    18 de abril de 2024 às 21:31

    E falsa

    Responder

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