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Mundo Animal BH Início » Blog » Cobra Naja solta no Sertão Nordestino? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

Cobra Naja solta no Sertão Nordestino? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 7 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:55am
https://www.youtube.com/watch?v=pzyckan6fs8


Thamnodynastes sertanejo BAILEY, THOMAS & DA SILVA, 2005
Etimologia – Thamnodynastes sertanejo leva o nome do sertão brasileiro, o sertão remoto que deu o título ao clássico brasileiro “Os Sertões” de Euclides da Cunha, cujo cenário é justamente aquela porção da Caatinga de onde essa espécie é conhecida.

Naja é um género de serpentes peçonhentas da família Elapidae (cobras). Seu habitat estende-se a toda a África, Sudoeste da Ásia, Sul da Ásia e Sudeste Asiático. Apesar de vários outros gêneros compartilharem o nome comum, o gênero Naja é o grupo mais reconhecido e mais difundido de cobras comumente conhecidos. O género Naja consiste de 20 a 22 espécies, mas sofreu várias revisões taxonômicas nos últimos anos, portanto, as fontes variam muito.[1] Também são conhecidas pelos nomes populares de cobra-capelo, cobra-de-capelo (também escrito cobra de capelo ou cobra capelo). São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos[2]. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido[3]. A artimanha serve para “aumentar” seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundam com um animal maior e mais perigoso.

As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham os movimentos da flauta, já que cobras não possuem audição.

As diferentes espécies Naja existentes variam de comprimento e são, na sua maioria, de corpo delgado. Grande parte são capazes de atingir comprimentos de 1,84 m. O comprimento máximo de algumas das maiores espécies de cobra são em torno de 3,1 m, com a Naja ashei (2,7 m), sendo a maior da espécie e encontrada na Quênia de acordo com a ONG que cuida da preservação de répteis WildlifeDirect. Ainda de acordo com a organização, a referida espécie possui veneno suficiente para matar 15 humanos adultos.[5] Outra com tamanho avantajado é a Naja melanoleuca (1,50 m), que pode crescer até cerca de 3,0 m.[6] Todas têm uma capacidade característica de levantar os quartos dianteiros de seus corpos do chão e achatar seus pescoços para parecer maior para um predador em potencial.
Todas as espécies do género Naja são capazes de entregar uma mordida fatal em um ser humano. A maioria das espécies têm um veneno fortemente neurotóxico, que ataca o sistema nervoso, causando paralisia, mas muitos também têm características citotóxicos que provoca inchaço e necrose e tem um significativo efeito anticoagulante. Alguns também têm componentes cardiotóxicos ao seu veneno.

Várias espécies da Naja, referidas como cobras cuspidoras, desenvolveram um mecanismo de entrega de veneno especializado, em que os seus dentes da frente, em vez de libertar veneno através das pontas (semelhante a uma agulha hipodérmica), têm uma abertura estriada na superfície frontal que permite que a cobra impulsione o veneno para fora da boca. Embora normalmente referido como “cuspir”, a ação é mais como “esguichar”. O alcance e a precisão com que eles podem disparar seu veneno varia de espécie para espécie, mas é utilizado principalmente como um mecanismo de defesa. Uma vez pulverizado sobre a pele de uma vítima, o veneno actua como um irritante grave. Se for introduzido no olho, pode causar uma sensação de queimação severa e cegueira temporária ou mesmo permanente se não for limpo imediatamente e completamente.

algumas espécies de Naja:
Naja anchietae (Bocage, 1879)
Naja annulifera (Peters, 1854)
Naja annulata (Buchholz e Peters, 1876)
Naja arabica (Scortecci, 1932)
Naja ashei (Wüster e Broadley, 2007)
Naja atra (Cantor, 1842)
Naja christyi (Boulenger, 1904)
Naja dewarycam (Cantor, 1842)
Naja haje (Linnaeus, 1758)
Naja kaouthia (Lesson, 1831)
Naja katiensis (Angel, 1922)
Naja mandalayensis (Slowinsk e Wüster, 2000)
Naja mantenus (Mady, 1994)
Naja melanoleuca (Hallowell, 1857)
Naja mossambica (Peters, 1854)
Naja naja (Linnaeus, 1758)
Naja nigricincta (Bogert, 1940)
Naja nigricollis (Reinhardt, 1843)
Naja nivea (Linnaeus, 1758)
Naja nubiae (Wüster e Broadley, 2003)
Naja oxiana (Eichwald, 1831)
Naja pallida (Boulenger, 1896)
Naja philippinensis (Boulenger, 1896)
Naja ryccpuder (Peters, 1861)
Naja sagittifera (Wall, 1913)
Naja sanches (Emb, 2011)
Naja samarensis (Peters, 1861)
Naja senegalensis (Trape, Chirio e Wüster, 2009)
Naja siamensis (Laurenti, 1768)
Naja sputatrix (Boie, 1827)
Naja sumatrana (Müller, 1890)

#BiólogoHenrique #Biólogo #Biologia

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, biólogo henrique nordestino sertÃo

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7 pensamentos em “Cobra Naja solta no Sertão Nordestino? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @energinaamaro1312 disse:
    17 de abril de 2024 às 00:56

    Curitiba PR 🥰

    Responder
  • @bridaanjos78 disse:
    17 de abril de 2024 às 05:42

    Balbúrdiaaaaa

    Responder
  • @eldemfi disse:
    17 de abril de 2024 às 08:06

    Hein, Hein, Hein, Hein,Hein……

    Responder
  • @bilinho3800 disse:
    17 de abril de 2024 às 12:05

    infelizmente estão acabando com o Brasil esses biológos

    Responder
  • @lorddraculadracula7374 disse:
    17 de abril de 2024 às 20:02

    Sou mais o rei das serpentes. Esses biológos de cadeira é sem futuro.

    Responder
  • @andrefatudo4526 disse:
    17 de abril de 2024 às 23:14

    😊😊😊😊😊😅😅😅😅😅😅😅 mato cobrar e mostro pau

    Responder
  • @joaoneto485 disse:
    18 de abril de 2024 às 04:48

    Tá indo atrás do tiringa

    Responder

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