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Mundo Animal BH Início » Blog » JIBOIA VENENOSA, a história do meu acidente | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

JIBOIA VENENOSA, a história do meu acidente | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 8 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:53am
https://www.youtube.com/watch?v=v9Ibt3mNBpo


Este é um vídeo de humor, onde o biólogo henrique conta uma história fictícia sobre um falso acidente com uma jiboia, para depois trazer a luz da ciência.

A jiboia-constritora (Boa constrictor), ou simplesmente jiboia,[1] é uma espécia de serpente grande e não peçonhenta que é frequentemente mantida e reproduzida em cativeiro. A jiboia é membro da família Boidae e encontrada em regiões tropicais da América do Norte, Central e do Sul, assim como em algumas ilhas no Caribe. Nove subespécies são atualmente reconhecidas, embora algumas sejam controversas.

No Brasil, existem duas subespécies: a Boa constrictor constrictor (Forcart, 1960) e a Boa constrictor amarali (Stull, 1932). A primeira é amarelada, de hábitos mais pacíficos e própria da região amazônica e do nordeste. Pode chegar a um tamanho adulto de até 4 metros, embora raramente atinja essa marca. A segunda, jiboia-amarali, pode ser encontrada mais ao sul e sudeste e algumas vezes em regiões mais centrais do país. Pode chegar a um tamanho adulto de 2 metros.

É basicamente um animal com hábitos noturnos (o que é verificável por possuir olhos com pupila vertical), ainda que também tenha atividade diurna.

É considerado um animal vivíparo porque, no final da gestação, o embrião recebe os nutrientes necessários do sangue da mãe. Alguns biólogos desvalorizam essa parte final da gestação e consideram-na apenas ovovivípara porque, apesar de o embrião se desenvolver dentro do corpo da mãe, a maior parte do tempo é dedicada à incubação num ovo separado do corpo materno. A gestação pode levar meio ano, podendo haver de 12 a 64 crias por ninhada, que nascem com cerca de 48 centímetros de comprimento e 75 gramas de peso.

Detecta as presas pela percepção do movimento e do calor e as surpreende em silêncio. Alimenta-se de pequenos mamíferos (principalmente ratos), aves e lagartos que mata por constrição, envolvendo o corpo da presa e sufocando-a. A sua boca é muito dilatável e apresenta dentes serrilhados nas mandíbulas, dentição áglifa. A digestão é lenta, normalmente durando sete dias e podendo estender-se a algumas semanas, período durante o qual fica parada, num estado de torpor.

Animal muito dócil, apesar de ter fama de perigoso; não é peçonhento (apesar de sua mordida ser dolorosa e poder causar infecção)[2] e não consegue comer animais de grande porte, sendo inofensiva para eles. É muito perseguida por caçadores e traficantes de animais, pois tem um valor comercial alto como animal de estimação, além de sua pele poder ser usada na confecção de artefatos de couro.[2] Uma jiboia nascida em cativeiro credenciado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) pode custar de 1 050 a 6 000 reais, às vezes mais, de acordo com sua coloração.

Existe um mercado negro de animais silvestres no Brasil, pois as leis dificultam sua criação em cativeiro, apesar do baixo risco de acidentes envolvidos na criação deste animal. O IBAMA suspendeu a licença para venda de jiboias no Estado de São Paulo, apesar de os estudos internacionais demonstrarem que o comércio regulamentado é a maneira mais eficiente de se combater o tráfico de animais exóticos.

No mundo, existem várias jiboias, sendo diferenciadas pela região onde são encontradas e pelos diferentes padrões de coloração:

Boa constrictor amarali (STULL 1932)
Boa constrictor constrictor LINNAEUS 1758
Boa constrictor mexicana JAN 1863
Boa constrictor nebulosa (LAZELL 1964)
Boa constrictor occidentalis PHILIPPI 1873
Boa constrictor orophias LINNAEUS 1758
Boa constrictor ortonii COPE 1877

Fonte Wikpedia

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CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, acidente biólogo henrique histÓria jiboia venenosa

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8 pensamentos em “JIBOIA VENENOSA, a história do meu acidente | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @biologohenriqueoficial disse:
    17 de abril de 2024 às 00:54

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  • @monicakelly5955 disse:
    17 de abril de 2024 às 04:06

    Isso e mentira que vc ensina ela nem venenosa esse nome não existem s o vc me meu mestre deve se pescadinha kkkk😅😅😅😅😂😂😂

    Responder
  • @chislenesantos3534 disse:
    17 de abril de 2024 às 08:04

    O meu pai foi acidentado jaracuçu ele quase morreu agente morava em uma fazenda ele estava colhendo arroz a cobra o mordeu naquela época era difícil o acesso há um hospital foi milagre de Deus Por que o sangue saía pelos fios de cabelo do corpo todo ele ficou trancado em um quarto escuro Por que diz que ninguém podia haver

    Responder
  • @claudiadalvi7677 disse:
    17 de abril de 2024 às 12:03

    Kkkkkk o melhor foi o osso da cabeça kkk
    Agora, me explica uma coisa. Eu sofri um acidente de carro, a porta abriu eu cai sentada e quebrei esse osso. Será que foi porque um osso foi batendo no outro até chegar na cabeça? Kkk

    Responder
  • @zezysouza391 disse:
    17 de abril de 2024 às 15:15

    HENRIQUE, o meu coquex, fica lá no feofó, tbm fui picada por uma cobra super peçonhenta igualzinha a essa, o meu caso foi mais complicado do que o seu, essa cobra era tão peçonhenta que o dente da cobra quebrou na minha barriga, qnd a cobra relaxou, para juntar mais peçonha o dente perfurou o outro cox (tenho 2) na minha barriga e quebrou. Foi tudo VERDADE, eu estava só, minha salvação, foi que minha vizinha disprovida de enxergar bateu na minha porta, como a cobra estava enrolada em mim, eu não escutei, mas, a cobra com sus audição apurada, me largou e tentou fugir, só que minha vizinha tinha tracado o portão, ela não fugiu, se escondeu na piscina, ela tinha 14.8mts, me levaram para o hospital. O MÉDICO perguntou que cobra foi, ninguém sabia, foram procurá e ela estava na piscina, sem o dente. Foi o que me salvou, chamaram o dentista, que extraiu o dente do osso da minha barriga, se não, até hoje o dente estava injetando peçonha. Mas, hoje estou, contando esta ESTÓRIA. Passei um ano internada, todo os dias os médicos extraiam 200ml de peçonha. UFA estou eu VIVA. KKKKKK 👌👌👌👌 BALBÚRDIA.

    Responder
  • @joselitosousapereira9524 disse:
    17 de abril de 2024 às 23:12

    🤣🤣🤣🤣🤣🤣

    Responder
  • @user-tb5cs8or9b disse:
    18 de abril de 2024 às 02:23

    E E VERDADE, E SIM SENHOR!!!!!!!!!!!!! QUEM ME CONTOU FOI UM PESCADOR, KKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!

    Responder
  • @Kentro08 disse:
    18 de abril de 2024 às 04:47

    Quase gritei de rir com a malvada constrictor

    Responder

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