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Mundo Animal BH Início » Blog » Naja dentro do Sapato | Naja naja | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

Naja dentro do Sapato | Naja naja | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 5 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:49am
https://www.youtube.com/watch?v=c2YfdV49aMw


Naja indiana (Naja naja) ou cobra-capelo é uma serpente da espécie da naja venenosa encontrada no subcontinente indiano. É uma das quatro grandes espécies que causam a maioria das picadas de serpentes na Índia. Esta serpente é reverenciada na mitologia e cultura indiana, e é vista frequentemente com encantadores de serpentes. É protegida por uma lei de proteção de animais selvagens da Índia (1972).

Naja-indiana de costas.
Atrás da cabeça da serpente tem 200 listas circulares ligadas por uma linha curva que semelha os óculos, por causa disso é conhecida como naja-binóculo, cobra-capelo ou serpente-de-lunetas. Os hindus acreditam que essas sejam a pegadas de Krishna, que dançavam na cabeça da serpente Kaliya. Uma cobra média mede de cerca de 1,9 metros de comprimento e raramente chega 2,4 metros.[1]

É muitas vezes confundida com a cobra-ratívora oriental (Ptyas mucosus), mas esta cobra é muito maior e pode ser facilmente distinguida pela aparência mais proeminente do seu corpo. Outras cobras que se assemelham com a naja indiana são Argyrogena fasciolata e Coronella brachyura.[2]

A característica mais distintiva e impressionante da naja indiana é a capa, que faz levantando a parte anterior do corpo e espalhando algumas das costelas na região do pescoço, quando ela é ameaçada.

Ciclo vital
A naja é nativa do subcontinente indiano, que inclui atuais Paquistão, Índia, Bangladesh e Sri Lanka. Ela pode ser encontrada em planícies, florestas, campos abertos e regiões densamente povoadas por pessoas.[3] Sua distribuição abrange do nível do mar até 2000m.[2] Cobras normalmente se alimentam de roedores, anfíbios, pássaros ou mesmo outras cobras. Sua dieta ratívora leva a áreas habitadas por seres humanos, incluindo fazendas e nos arredores das áreas urbanas. Najas indianas são ovíparas e depositam seus ovos entre os meses de abril e julho. A naja fêmea põe 10 a 30 ovos em buracos de rato ou cupinzeiros e os ovos eclodem 48 a 69 dias depois. As najas recém-nascidas medem entre 20 e 30 cm. Os jovens, quando eclodem, têm glândulas de veneno totalmente funcionais.

Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Naja naja
Cobra hood.jpg
Naja naja.jpg
Brillenschlange (Naja naja).JPG
Indian cobra.jpg
Indian cobra, Sri Lanka, January 2009.jpg
Veneno
O seu veneno contém uma neurotoxina pós-sináptica poderosa. O veneno age sobre as lacunas sinápticas dos nervos, assim, paralisa os músculos, e em mordidas graves leva à insuficiência respiratória ou parada cardíaca. Os componentes do veneno incluem enzimas como a hialuronidase, que causa lise e aumenta a propagação do veneno. A toxicidade do seu veneno é semelhante ao da naja chinesa[3] e tem efeito semelhante ao de curare, substância com que os indígenas da América do Sul envenenavam suas flechas,[4] e é uma das espécies mais venenosas com base em valor LD50 em ratos.[5][6] Os sintomas de envenenamento dessa cobra pode começar de 15 minutos a duas horas após a picada, e pode ser fatal em menos de uma hora.[7]

A naja indiana é uma das quatro grandes responsáveis das picadas no sul da Ásia um soro polivalente pode ser usado para o tratamento da picada dessa cobra. Zedoária, um tempero local com uma reputação de ser eficaz contra picada de cobra,[8] tem se mostrado promissor em experimentos testando sua atividade contra o veneno.[9]

O veneno de cobras jovens tem sido utilizado como uma substância de abuso na Índia, com casos de encantadores de serpentes sendo pagos pela prestação de mordidas de suas serpentes. Sintomas incluíam perda de consciência, sedação e euforia. Embora esta prática está desabituada.[10]

Genoma e transcriptoma
Os cientistas montaram um andaimes N50 de 223,35 Mb, com 19 esqueletos contendo 95% do genoma. Dos 23.248 genes codificadores de proteína previstos, 12.346 genes expressos na glândula de veneno constituem o ‘ome-veneno’ e isso incluiu 139 genes de 33 famílias de toxinas. Entre os 139 genes de toxinas estavam 19 ‘toxinas específicas para o veneno’ (VSTs) que mostraram expressão específica da glândula de veneno, e provavelmente codificam as proteínas efetivas mínimas do núcleo do veneno.[11] O direcionamento dessas 19 toxinas específicas usando anticorpos humanos sintéticos deve levar a um antiveneno seguro e eficaz para o tratamento de picadas de cobra indiana. Atualmente, o antiveneno é produzido pela imunização de cavalos com veneno de cobra extraído e é baseado em um processo desenvolvido há mais de 100 anos.[12]

Taxonomia
Sinonímia
Coluber caecus Gmelin, 1788
Coluber naja Linnaeus, 1758
Naja fasciata Laurenti, 1768
Naja tripudians Gray, 1834
Naia tripudians Boulenger, 1896
Vipera naja Daudin, 1803
Subespécies
N. naja bombaya Deraniyagala, 1961
N. naja ceylonicus Chatman & Di Mari, 1974
N. naja gangetica Deraniyagala, 1945
N. naja indusi Deraniyagala, 1960
N. naja karachiensis Deraniyagala, 1961
N. naja lutescens Deraniyagala, 1945
N. naja madrasiensis Deraniyagala, 1945
N. naja naja Smith, 1943
N. naja polyocellata Mehrtens, 1987

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, biólogo dentro henrique sapato

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5 pensamentos em “Naja dentro do Sapato | Naja naja | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @ruboxff2838 disse:
    17 de abril de 2024 às 00:50

    Eu já calcei tênis e tinha uma aranha fiquei dia calçado com eka dentro do tênis de tarde tirei sapato e aranha saiu sem me picar inacreditável era uma caranguejeira

    Responder
  • @nacristina5001 disse:
    17 de abril de 2024 às 05:36

    O povo que usa as serpertentes nas apresentações será que não adquirem doenças através da flauta contaminada por urina de ratos?
    Essa prática cultural além de ser maus tratos contra as cobras, é um risco para a saúde do flautista.
    Mas a Índia é um dos países mais porcos do mundo.

    Responder
  • @ruboxff2838 disse:
    17 de abril de 2024 às 06:24

    Não deve ser agradável ir calçar o tênis e coloca pé em uma cobra 😂

    Responder
  • @diegomonte disse:
    17 de abril de 2024 às 13:34

    Ficou só a freada na cueca kkkkkk

    Responder
  • @jamesmuck7509 disse:
    17 de abril de 2024 às 17:33

    será q o fuking lobo Guará resiste a uma picada da king cobra?

    Responder

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