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Mundo Animal BH Início » Blog » Quando o Tatu ataca Cobra pra salvar o “Amigo”? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

Quando o Tatu ataca Cobra pra salvar o “Amigo”? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 8 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:49am
https://www.youtube.com/watch?v=G6ORg49VM1I


Autor do video Joel Ribas
Um Tatu Dasypus cf septemcinctus foi flagrado atacando uma Epicrates, Biólogo Henrique explica:
Tatu-mirim (Dasypus septemcinctus), também chamado tatuí, mulita, tatu-mula, muleta e tatu-china, é um tatu encontrado em diversos ambientes, como a Caatinga, Cerrado e Mata-Atlântica do Brasil, na Bolívia, Paraguai e Argentina e Uruguai. Semelhante ao tatu-galinha, no entanto, é bem menor e com a carapaça dotada de apenas seis ou sete cintas de placas móveis. A diferenciação das espécies do gênero dásipo (Dasypus) é a quantidade de cintas de placas móveis na sua carapaça dorsal no meio do corpo, o tatu-mirim possui de seis a sete cintas, já o tatus-galinhas possuem oito a nove cintas móveis. Em 2018, um estudo amplo considerou que a espécie até então denominada tatu-mulita (Dasypus hybridus), na verdade trata-se apenas de uma subespécie de Dasypus semptemcinctus
Comportamento
Apesar de ser uma espécie de ampla distribuição, muitos estudos sobre seu comportamento são incipientes, justificados ora por quantidade de coleta inexpressiva, ora por poder haver confusões de identificação em campo da espécie com seu parente próximo, o tatu-galinha. Nisso, pode estar havendo uma subestimação destas populações e consequente falta de dados. Porém, segundo descrito na página do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), são animais que preferem áreas secas e hábitats mais abertos, sendo observado em fitofisionomias de campo sujo, cerradão e mata de galeria, com tocas em beira de rio, quando no bioma Cerrado, e com registros em Campos, Floresta estacional semidecidual e floresta ombrófila mista no Paraná. Possuem hábito diurno, de acordo com registros realizados, e como habitações utiliza tocas escavadas por si ou outros tatus. Não aparenta ser uma espécie territorialista, por haver provável sobreposição de habitats com outros tipos de tatu.

Ecologia
Dieta
A dieta da espécie é basicamente insetívora, baseada principalmente em formigas e cupins, se alimentando de outros insetos quando disponíveis no ambiente ou até de sementes e outras partes vegetais. Analisados seus dejetos, foi constatado que o gênero Camponotus (formigas) como a categoria alimentar mais frequente em sua dieta, seguido de Velocitermes (Isoptera). O tatu-mirim eventualmente ingere aracnídeos, outros artrópodes e frutos de Miconia sp. (Melastomataceae).

Reprodução
Dados não publicados sobre a reprodução da espécie indicam que seu período reprodutivo esteja entre os meses de junho a setembro, ou seja, do meio do período seco e início do período chuvoso. Estima-se que as fêmeas têm ninhadas de 7 a 9 indivíduos a cada gestação.[2]

Pelo que se sabe, até o momento não há oficialmente nenhum programa de conservação especifico para tatu-mirim. Entretanto, a espécie já foi registrada em diversas Unidades de Conservação do país, a saber: Floresta Nacional Saracá no Pará, Parque Nacional das Emas em Goiás, Parque Nacional de Brasília no Distrito Federal, Floresta Nacional Três Barras em Santa Catarina, Estação Ecológica Fechos em Minas Gerais, Estação Ecológica Raso da Catarina na Bahia, Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí, entre outros

Epicrates, ou jiboia arco-íris ou salamanta, é um gênero de Boa encontradas na América do Sul e na América Central. Possuem dentição áglifa e pertencem à família Boidae, que engloba as maiores serpentes do mundo[1] . Anteriormente era reconhecido uma única espécie continental a Epicrates cenchria, que até então possuía nove subespécies. Em 2008, Paulo Passos e Ronaldo Fernandes publicaram um artigo revisando toda a espécie e reorganizaram as nove subespécies em cinco espécies, são elas: Epicrates alvarezi, E.assisi, E.crassus, E.cenchria e E.maurus.[2]

Distribuição e habitat
Encontrado na América Central baixa, passando pela América do Sul até o sul da Argentina.

Espécies
Atualmente são reconhecida 5 especies pertencentes ao gênero Epicrates. Elas são[2]:

Epicrates alvarezi
Epicrates assisi
Epicrates cenchira
Epicrates crassus
Epicrates maurus

fonte : wikipedia

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, amigo biólogo henrique quando salvar

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8 pensamentos em “Quando o Tatu ataca Cobra pra salvar o “Amigo”? | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @K1zin disse:
    17 de abril de 2024 às 00:50

    “Toda manhã, na África, uma gazela acorda. Ela sabe que deve correr mais rápido que o leão ou será morta.
    Toda manhã, na África, um leão acorda. Ele sabe que deve correr mais rápido que a gazela ou irá morrer de fome.”

    Por isso penso que não se trata de ser triste ou feliz, bom ou ruim, é simplesmente natural.

    Responder
  • @damarisandrade276 disse:
    17 de abril de 2024 às 04:01

    Vc deixaria uma cobra pegar o seu cachorrinha e não faz nada pra ajudar?

    Responder
  • @pedropaulodacruz4492 disse:
    17 de abril de 2024 às 11:59

    É triste mais nós seres humanos também somos assim… também comemos carne e ceifamos a vida de outros animais

    Responder
  • @joseroberto6921 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:57

    É triste porém jamais salvaria o tatu as coisas assim acontecem na natureza ela não come brócolis kakaka e nós não temos o direito de intervir é até pq é um crime interferir

    Responder
  • @luismarques3995 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:57

    Tem que salvar o tatu o mesmo está em extinção, o psicopata ficou filmando devia estar internado o psicopata

    Responder
  • @eversonromano8043 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:57

    Óbvio q eu salvaria o tatu ,c ctza absoluta

    Responder
  • @hercival1167 disse:
    18 de abril de 2024 às 08:41

    Eu interveria sem maltratar o animal, .ais infelizmente a cobra ia ter que procurar outro alimento.

    Responder
  • @wellingtonlima1512 disse:
    18 de abril de 2024 às 21:26

    meu não dá para interferir se vc respeita e ama os animais vejam, livramos o tatu mas é a serpente como ficaria ?

    Responder

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