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Mundo Animal BH Início » Blog » Resgatou Cobra Naja com as Mãos | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

Resgatou Cobra Naja com as Mãos | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras

17 de abril de 2024 6 Por Canal do Youtube (Parceiro)


Fonte: Canal Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras.
Todos os creditos e referências ao produtor deste conteúdo!
Poste suas dúvidas abaixo nos comentários e ajude-nos a divulgar o Mundo Animal!
qua, abril 17, 2024 12:50am
https://www.youtube.com/watch?v=lBrsKEkV86Q


O maior resgatador de cobras do mundo!
Naja é um gênero de cobras-capelo, serpentes peçonhentas da família Elapidae (cobras). Seu habitat estende-se a toda a África, Sudoeste da Ásia, Sul da Ásia e Sudeste Asiático. Apesar de vários outros gêneros de cobras-capelo poderem ser designados, na língua corrente, por naja, as najas propriamente ditas são as cobras-capelo do gênero Naja, o grupo mais reconhecido e mais difundido de cobras-capelo. O gênero Naja consiste de 20 a 22 espécies, mas sofreu várias revisões taxonômicas nos últimos anos, portanto, as fontes variam muito.[1] São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos[2]. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido[3]. A artimanha serve para “aumentar” seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundam com um animal maior e mais perigoso.

As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia.

Do Indo-ariana nāga, cognato de ‘Snake’ (cobra) em Inglês, Germânico: * snēk-a-, Proto-IE: *(s)nēg-o-.[4]

Tamanho
As diferentes espécies Naja existentes variam de comprimento e são, na sua maioria, de corpo delgado. Grande parte são capazes de atingir comprimentos de 1,84 m. O comprimento máximo de algumas das maiores espécies de cobra-capelo são em torno de 3,1 m, com a Naja ashei (2,7 m), sendo a maior da espécie e encontrada na Quênia de acordo com a ONG que cuida da preservação de répteis WildlifeDirect. Ainda de acordo com a organização, a referida espécie possui veneno suficiente para matar 15 humanos adultos.[5] Outra com tamanho avantajado é a Naja melanoleuca (1,50 m), que pode crescer até cerca de 3,0 m.[6] Todas têm uma capacidade característica de levantar os quartos dianteiros de seus corpos do chão e achatar seus pescoços para parecer maior para um predador em potencial.

Veneno
Todas as espécies do género Naja são capazes de entregar uma mordida mortal em um ser humano. A maioria das espécies têm um veneno fortemente neurotóxico, que ataca o sistema nervoso, causando paralisia, mas muitos também têm características citotóxicos que provoca inchaço e necrose e tem um significativo efeito anticoagulante. Alguns também têm componentes cardiotóxicos ao seu veneno.

Várias espécies da Naja, referidas como cobras-cuspideiras, desenvolveram um mecanismo de entrega de veneno especializado, em que os seus dentes da frente, em vez de libertar veneno através das pontas (semelhante a uma agulha hipodérmica), têm uma abertura estriada na superfície frontal que permite que a cobra impulsione o veneno para fora da boca. Embora normalmente referido como “cuspir”, a ação é mais como “esguichar”. O alcance e a precisão com que eles podem disparar seu veneno varia de espécie para espécie, mas é utilizado principalmente como um mecanismo de defesa. Uma vez pulverizado sobre a pele de uma vítima, o veneno actua como um irritante grave. Se for introduzido no olho, pode causar uma sensação de queimação severa e cegueira temporária ou mesmo permanente se não for limpo imediatamente e completamente.

Espécies
Naja anchietae (Bocage, 1879)
Naja annulifera (Peters, 1854)
Naja annulata (Buchholz e Peters, 1876)
Naja arabica (Scortecci, 1932)
Naja ashei (Wüster e Broadley, 2007)
Naja atra (Cantor, 1842)
Naja christyi (Boulenger, 1904)
Naja dewarycam (Cantor, 1842)
Naja haje (Linnaeus, 1758)
Naja kaouthia (Lesson, 1831)
Naja katiensis (Angel, 1922)
Naja mandalayensis (Slowinsk e Wüster, 2000)
Naja mantenus (Mady, 1994)
Naja melanoleuca (Hallowell, 1857)
Naja mossambica (Peters, 1854)
Naja naja (Linnaeus, 1758)
Naja nigricincta (Bogert, 1940)
Naja nigricollis (Reinhardt, 1843)
Naja nivea (Linnaeus, 1758)
Naja nubiae (Wüster e Broadley, 2003)
Naja oxiana (Eichwald, 1831)
Naja pallida (Boulenger, 1896)
Naja philippinensis (Boulenger, 1896)
Naja ryccpuder (Peters, 1861)
Naja sagittifera (Wall, 1913)
Naja sanches (Emb, 2011)
Naja samarensis (Peters, 1861)
Naja senegalensis (Trape, Chirio e Wüster, 2009)
Naja siamensis (Laurenti, 1768)
Naja sputatrix (Boie, 1827)
Naja sumatrana (Müller, 1890)

CategoriaTudo sobre aves
Tags#cobras, biólogo henrique resgatou

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6 pensamentos em “Resgatou Cobra Naja com as Mãos | Biólogo Henrique o Biólogo das Cobras”

  • @anamariadique342 disse:
    17 de abril de 2024 às 00:51

    ela dormi alguns segundos ou algum tempo

    Responder
  • @Jos3d3J3sus67 disse:
    17 de abril de 2024 às 06:26

    O Mestre agarrar Uma galinha 🐔, meta lhe a cabeça debaixo da asa, tudo calmamente e depois pendure a galinha nas suas mãos e faça lhe um baloiço há galinha, ponha se a balançar a ave de um lado para o outro e de cabeça sempre debaixo da asa, Ela adormece e não se mexe mais, pode pousar no chão ou transporte que Ela não tira a cabeça debaixo da asa e está a dormir profundamente, EU aprendi com senhora que vendia e pesava assim cada Uma na balança e não acordavam mais, EU aproveitava e leva va I bicho a dormir, catatónico pra casa,sem incomodar muito 😂

    Responder
  • @0brun075 disse:
    17 de abril de 2024 às 10:25

    É possível fazer isso em quase todas as cobras?

    Responder
  • @Jos3d3J3sus67 disse:
    17 de abril de 2024 às 12:00

    Boas Biólogo Henrique, vi á uns anos um documentário sobre uma tribo em determinado local de África Em que têm muito animal peçonhentos e Eles tinham uma raça ou etnia de uns que chamavam os apanhadores de cobras ou encantadores e Eles Eram especiais nas técnicas ancestrais que usavam pois passava de geração Em geração e chamavam nos nas aldeias e eles apanhavam nas,de mão aberta e por vezes tinham de cavar no solo para ir buscar no ninho aonde se escondiam e o fim delas Era para a Barriga Deles, Era a base da alimentação desses homens ou família que habitavam uma ou duas por aldeia, agora não sei se era Sudão ou Etiópia ou na Zona mais Sul para o golfo, são zonas que não tem muita quantidade mas a qualidade da peçonha é de elevado Grau de pureza 😅, por isso, Eles eram tipo ciganos, algo assim, pois era uma etnia específica, Grande abraço, E Paz na Balbúrdia…🎯🕊️☮️♾️🖖🏻

    Responder
  • @antonioedilsoncardosodossa26 disse:
    17 de abril de 2024 às 12:48

    Minha sogra foi criada no sertão de Pernambuco, região onde tem muitas cascavéis. Ela sempre me falou que o pai dela hipinotizava as serpentes, deixando-as imóveis e mansas. Até ver esse vídeo, eu achava que era mentira. Mudei de opinião!

    Responder
  • @dr.hugobenedetti4932 disse:
    17 de abril de 2024 às 19:58

    Essa técnica de colocar a cobra em tanatose é muito interessante. Parabéns pelo vídeo Henrique. 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder

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